| Palavras Mágicas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Acho que é possível partilharmos as dúvidas, é mesmo assim, podemos corrigi-las, com os comentários. Está bem?
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Português para estrangeiros:
Gramática básica para alunos que já falem e escrevam a nossa língua
Olham para este link.- Gramática Básica
sábado, 27 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Aprende Português Facilmente .-
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Programa " Falamos Português " Canal Extremadura.
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domingo, 22 de julho de 2012
Quinta da Regaleira
Quinta da Regaleira - Sintra
Obrigado pelo vosso artigo.
A Quinta da Regaleira é
um local muito especial, lindo e envolvente. O ano passado fui com a
minha família visitar e adoramos. É simplesmente, um espaço de sonho e
fantasia com lagos, criptas, natureza, palácio, misticismo, religião,
maçonaria, arte, enfim uma visita a não perder.
Situada em pleno Centro Histórico de Sintra, classificado Património Mundial pela UNESCO, a Quinta da Regaleira é um lugar fascinante.
As suas origens remontam ao início do século XVII. A documentação histórica relativa à Quinta da Regaleira é escassa para os tempos anteriores à sua compra por Carvalho Monteiro.
Sabe-se todavia que, em 1697, José Leite adquiriu uma vasta propriedade no termo da vila de Sintra que corresponderia, aproximadamente, ao terreno que hoje integra a dita Quinta - a esta data parecem remontar, pois, as origens da quinta em questão.
Situada em pleno Centro Histórico de Sintra, classificado Património Mundial pela UNESCO, a Quinta da Regaleira é um lugar fascinante.
As suas origens remontam ao início do século XVII. A documentação histórica relativa à Quinta da Regaleira é escassa para os tempos anteriores à sua compra por Carvalho Monteiro.
Sabe-se todavia que, em 1697, José Leite adquiriu uma vasta propriedade no termo da vila de Sintra que corresponderia, aproximadamente, ao terreno que hoje integra a dita Quinta - a esta data parecem remontar, pois, as origens da quinta em questão.
Francisco Alberto Guimarães de Castro comprou a propriedade - conhecida como Quinta da Torre ou do Castro - em 1715, em hasta pública e, após as licenças necessárias, canalizou a água da serra a fim de alimentar uma fonte ai existente.
Em 1800, a quinta é cedida a João António Lopes Fernandes estando logo, em 1830, na posse de Manuel Bernardo, data em que tomou a designação que actualmente possui. Em 1840, a Quinta da Regaleira foi adquirida pela filha de uma grande negociante do Porto, Allen, que mais tarde foi agraciada com o título de Baronesa da Regaleira. Data provavelmente deste período a construção de uma casa de campo que é visível em algumas representações iconográficas de finais do século XIX.
A história da quinta da Regaleira actual principia, todavia, em 1892, ano em que os barões da Regaleira vendem a propriedade ao Dr. António Augusto Carvalho Monteiro (o Monteiro dos Milhões). Carvalho Monteiro, com a ajuda do arquitecto-cenógrafo italiano Luigi Manini, faz dela, no princípio do século XX, um reflexo do seu sentido de patriotismo, edificando um palacete em estilo neo-manuelino.
A imaginação destas duas personalidades invulgares concebeu, por um lado, o somatório revivalista das mais variadas correntes artísticas - com particular destaque para o gótico, o manuelino e a renascença - e, por outro, a glorificação da história nacional influenciada pelas tradições míticas e esotéricas. Envolvido por uma vegetação luxuriante, o palácio da regaleira é uma descoberta fascinante.
É um dos mais marcantes exemplos de arquitectura revivalista no país, privilegiando o neomanuelino e com influências camonianas. É célebre por em muitos dos seus elementos arquitectónicos, ter sinais de ritos e concepções maçónicas.
Logo no começo da visita percorremos o Patamar dos Deuses, terraço onde estátuas de vários seres divinos estão alinhadas ao longo do caminho. Aqui encontramos doze figuras da mitologia greco-romana que devem ser interpretadas como as doze Hierarquias Criadoras, representadas nos signos do Zodíaco assim como a estátua de um leão (que data já da época em que a Quinta era pertença da Baronesa da Regaleira), que é uma representação do sol que equivale na Alquimia ao Ouro.
Próxima paragem obrigatória a Capela da Santissima Trindade, nela estão representados Santa Teresa d'Ávila e Santo António. No meio, a encimar a entrada está representado o Mistério da Anunciação - o anjo Gabriel desce à terra para dizer a Maria que ela vai ter um filho do Senhor - e Deus Pai entronizado. Na Capela econtra-se a imagem do Delta-radiante (ou Delta-Teúrgico), com o olho de Deus sobreposto à cruz templária, emblema maçónico do Grande Olho Arquitecto do Universo.
Um pouco mais à frente encontramos a Gruta de Leda. Esta tem no seu interior uma escultura simbolicamente enigmática, a figura de uma dama segurando uma pomba e acompanhada de um cisne (que parece estar a mordê-la). Trata-se da representação de uma mortal por quem Zeus se apaixona, e na impossibilidade de existir uma relação entre ambos, este assume a forma de um belo cisne para assim se aproximar da sedutora mulher.
Um dos locais mais emblemátiocs da quinta é sem sombra de dúvida o Poço Iniciático, invocando a aventura dos Cavaleiros Templários, ou os ideais dos mestres da Maçonaria. Trata-se de uma galeria subterrânea em espiral, de 27 metros, por onde se descem nove patamares até às profundezas da terra. Este é o caminho por onde se desce à terra, ou num percurso contrário, se sobe ao céu, consoante a natureza do percurso iniciático escolhido. Os nove patamares lembram os nove círculos do Inferno, as nove secções do Purgatório e os nove céus do Paraíso, segundo a Divina Comédia de Dante. A principal ideia por detrás deste poço é a de morrer e voltar a nascer num rito de iniciação ligado à terra, uma vez que esta é o útero materno de onde provem a vida, mas também a sepultura para onde voltará.
No fundo poço iniciático, com os pés assentes numa estrela de oito pontas, o símbolo heráldico de Carvalho Monteiro e símbolo da harmonia e também da Cavalaria Espiritual na Maçonaria escocesa, é como se estivéssemos imersos no ventre da Terra-Mãe.
Somos depois conduzidos através das trevas das grutas labirínticas,
até ganharmos a luz, reflectida em lagos surpreendentes, no meio dos jardins.
A vida surge bela e plena de vitalidade.
Depois de sair do labirinto encontra-se a Torre que se assemelha a um observatório astronómico, o que não deixa de ser interessante por se contrapor ao mundo subterrâneo (visto que uma das saídas do Poço Iniciático nos leva à torre). Foi, não esta mas uma semelhante que deu inicialmente o nome à Quinta.
É extremamente revigorante fazer um passeio pelos seus encantadores e exóticos jardins.
Cada recanto do jardim foi projectado com extrema minúcia, embora muitas vezes não o pareça.
O visitante começa por ver canteiros de flores variadas, plantados de forma regular e sistemática, mas, à medida que avança no jardim, ele vai tomando formas diferentes; a vegetação vai ficando mais densa, adquire uma forma selvagem e confunde-se com a Natureza no seu estado original, o que demonstra a sua inspiração romântica.
E finalmente uma visita ao Palácio dos Milhões, verdadeira mansão filosofal de inspiração alquímica. É o edifício principal da quinta e é marcado pela presença de uma torre octogonal, um cruzamento de arquitectura manuelina, renascentista, gótica e romântica, sendo de uma beleza extraordinária, e de um simbolismo incrível.
Fica aqui uma visita virtual por este famoso espaço esotérico de Portugal, comentada pelo ex-Grão Mestre da Maçonaria Regular, José Manuel Anes.
A Quinta da Regaleira é um lugar de mistério, com alma própria, ela encerra muitos segredos, pois está repleta de símbolos mitológicos e esotéricos, estátuas de deuses, poços iniciáticos, jardins, grutas e todo um mundo aberto a múltiplas descobertas e interpretações. É uma viagem no tempo incrível.
Vá visitar, Vale a pena!
Fontes: "www.visitportugal.com"; "www.cm-sintra.pt"; "www.maconaria.net"; "www.regaleira.pt"; "wikipedia"; outros e visita local.
Fotos: Olhares, Net geral e pessoais.
terça-feira, 5 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Exércicios de Português para Estrangueiros
Nivel Iniciação
A Família
Meses - palavras cruzadas
Antónimos - adjectivos
Antónimos - verbos Presente do Indicativo - 1
Alternância gráfica
Nível Intermédio A refeição - palavras cruzadas Nomes colectivos- palavras cruzadas
Expressões idiomáticas
Comparações com animais
Pretérito Perfeito ou Pretérito Imperfeito? O Capuchinho Vermelho - Pretérito Perfeito e Pretérito Imperfeito do Indicativo
Frases Imperativas - 1
Preposições - 2
Neste link mais ...
http://www.esec-garcia-orta.rcts.pt/exercicios_Portug.html
A Família
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Comparações com animais
Pretérito Perfeito ou Pretérito Imperfeito? O Capuchinho Vermelho - Pretérito Perfeito e Pretérito Imperfeito do Indicativo
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Uso dos verbos
| HABITUALMENTE... | ONTEM... | ANTIGAMENTE... | ULTIMAMENTE... | É MELHOR... |
| Dás | Deste | Davas | Tens dado | Dares |
| Ponho | Pus | Punha | Tenho posto | Pôr |
| Trazemos | Trouxemos | Trazíamos | Temos trazido | Trazermos |
| És | Foste | Eras | Tens sido | Seres |
| Podem | Puderam | Podiam | Têm podido | Poderem |
| Queremos | Quisemos | Queríamos | Temos querido | Querermos |
| Vê | Viu | Via | Tem visto | Ver |
| Venho | Vim | Vinha | Tenho vindo | Vir |
| Vão | Foram | Iam | Têm ido | Irem |
| Fazem | Fizeram | Faziam | Têm feito | Fazerem |
| Dizes | Disseste | Dizias | Tens dito | Dizeres |
| Sei | Soube | Sabia | Tenho sabido | Saber |
| Temos | Tivemos | Tínhamos | Temos tido | Termos |
| Escrevo | Escrevi | Escrevia | Tenho escrito | Escrever |
| Pede | Pediu | Pedia | Tem pedido | Pedir |
| Visto | Vesti | Vestia | Tenho vestido | Vestir |
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Fatias Douradas
Ingredientes: 1 pão que dê boas fatias; óleo para fritar; leite q.b.; ovos; canela; açúcar; 1 casca de limão; 1 pau de canela.
Confecção: Fatie o pão, com a espessura de cerca de 1 cm. Ponha uma frigideira ao lume e leve o óleo à fervura. Encharque o pão no leite (amorne o leite com a casca de limão e o pau de canela) e depois nos ovos batidos e leve a fritar. Depois de fritas as fatias passe por uma mistura de açúcar e canela.
Ingredientes: 1 pão que dê boas fatias; óleo para fritar; leite q.b.; ovos; canela; açúcar; 1 casca de limão; 1 pau de canela.
Confecção: Fatie o pão, com a espessura de cerca de 1 cm. Ponha uma frigideira ao lume e leve o óleo à fervura. Encharque o pão no leite (amorne o leite com a casca de limão e o pau de canela) e depois nos ovos batidos e leve a fritar. Depois de fritas as fatias passe por uma mistura de açúcar e canela.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
PODCASTS da TSF
Dá um golpe de olhos a isto.:
http://www.tsf.pt/podcast/
São os PODCASTS da Tsf.pt ,podes ouvi-los diretamente ou descarregá-los para ouvires quando desejares.
Há muitos temas diferentes ,boas (as audições ) para costumar os nosos ouvidos não achas ?
http://www.tsf.pt/podcast/
São os PODCASTS da Tsf.pt ,podes ouvi-los diretamente ou descarregá-los para ouvires quando desejares.
Há muitos temas diferentes ,boas (as audições ) para costumar os nosos ouvidos não achas ?
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Colocação dos Pronomes Átonos junto do Verbo
São pronomes átonos: me, te, se o(s), a(s), lhe(s), nos e vos.
Em Portugal, verificam-se três poddibilidades na colocação destes pronomes:
- Após o verbo (ênclise): Vende-me o teu carro.
- Antes do verbo (próclise): Alguém te chamou.
- No meio do verbo (mesóclise), apenas com as formas do futuro de presente e futuro perfeito do modo indicativo: Ver-nos-emos no verão. Ouvir-se-iam uns aos outros?
Ènclise.-
1. É a regra geral, sobretudo na frases simples (ou na oração principal) afirmativa:
Falaste-lhe do filme?
Eu vou buscá-lo amanhã.
2. É obrigatório com o infinitivo regido da preposição a:
Começuo a contar-nos a sua história.
Não fiquei a ouvi-lo mais.
Observações:
1. Quando os pronomes são enclitícos, ligam-se ao verbo por hifen.
2.Nestas circustâncias, quer o verbo quer os pronomes o, a, os, as sofrem algumas alterações (ver en conjugação pronominal e em conjugação reflexiva.
Próclise.-
1. Nas frases (ou orações) negativas:
Não lhe mostrou o rosto.
Ninguém o viu por aquí ?.
Baixei a voz, para não me ouvirem.
2. Nas frases (ou orações) interrogarivas, iniciadas por pronomes ou advérbios interrogativos:
Quem nos chanou?
Como lhes dão as regras?
Por que as fizeram assim?
3. Se o verbo vem precedido de certos advérbios (ainda, já, bem, talvez, sempre, só, etc...):
Ainda lhes disse adeus.
Sempre as admirei muito.
Só se veem deste lado.
4. Nas frases (ou orações) que exprimem desejo:
Oxalá vos chamem!
Deus te perdoe, que eu não posso!
5. Nas orações subordas:
Não lhes falou, embora as conhecesse.
Se te convidarem, vai.
6. Quando o sujeito do verbo é um pronome indefinido (alguém, qualquer, tudo, todos, etc …) ou o numeral ambos:
Alguém me indicará o caminho.
Ambos lhe deram os parabéns.
7. Nas orações) Alternativas:
Ou a avisamos ou ella se esquece.
8. con o gerúndio atecedido da preposição em:
Em o lendo, empresto-to!
Mesóclise.-
Como acima se observou, a mesóclise só acontece quando o verbo está no futuro do presente ou de pretérito (modo indicativo), O pronome é colocado no interior da forma verbal, entre o infinitivo e as formas contraídas do verbo haver, que lhes deram origem.
É de uso, regra geral, na frase simples (ou oração principal) afirmativa:
Avisar-nos-emos, chegado o momento.
Observação: Também se usa a próclise, sobretudo se o verbo é precedido, enfaticamente, por um pronome pessoal sujeito:
Nós vos avisaremos, chegado o momento.
No Brasil, sobretudo na linguagem coloquial, é mais comun a próclise:
- Mesmo a iniciar frases, especialmente com o pronome me:Me dê a sacola; eu ajudo você.
- Nas frases simples, e nas orações principais e coordenadas:Eu o espero aquí, sim. Senhor.
- Junto ao verbo principal, nas locuções verbais:Por que você veio me buscar?
terça-feira, 10 de abril de 2012
| Verbos: | ||
| Formação dos tempos compostos | ||
| Com os verbos ter ou haver | ||
| Tempos compostos da voz ativa merecem realce particular aqueles que são constituídos de formas do verbo ter (ou, mais raramente, haver) com o particípio do verbo que se quer conjugar, porque é costume incluí-los nos próprios paradigmas de conjugação: | ||
| MODO INDICATIVO | ||
| 1) PRETÉRITO PERFEITO COMPOSTO. Formado do PRESENTE DO INDICATIVO do verbo ter com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| tenho cantado tens cantado tem cantado temos cantado tendes cantado têm cantado | tenho vendido tens vendido tem vendido temos vendido tendes vendido têm vendido | tenho partido tens partido tem partido temos partido tendes partido têm partido |
| 2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO COMPOSTO. Formado do IMPERFEITO DO INDICATIVO do verbo ter. (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| tinha cantado tinhas cantado tinha cantado tínhamos cantado tínheis cantado tinham cantado | tinha vendido tinhas vendido tinha vendido tínhamos vendido tínheis vendido tinham vendido | tinha partido tinhas .partido tinha partido tínhamos partido tínheis partido tinham partido |
| 3) FUTURO DO PRESENTE COMPOSTO. Formado do FUTURO DO PRESENTE SIMPLES do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| terei cantado terás cantado terá cantado teremos cantado tereis cantado terão cantado | terei vendido terás vendido terá vendido teremos vendido tereis vendido terão vendido | terei partido terás, partido terá partido teremos partido tereis , partido terão partido |
| 4) FUTURO DO PRETÉRITO COMPOSTO. Formado do FUTURO DO PRETÉRITO SIMPLES do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| teria cantado terias cantado teria cantado teríamos cantado teríeis cantado teriam cantado | teria vendido terias vendido teria vendido teríamos vendido teríeis vendido teriam vendido | teria partido terias partido teria partido teríamos partido teríeis partido teriam partido |
| MODO SUBJUNTIVO | ||
| 1) PRETÉRITO PERFEITO. Formado do PRESENTE DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| tenha cantado tenhas cantado tenha cantado tenhamos cantado tenhais cantado tenham cantado | tenha vendido tenhas vendido tenha vendido tenhamos vendido tenhais vendido vendido | tenha tenhas partido tenha partido tenhamos partido tenhais partido tenham partido |
| 2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO. Formado do IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| tivesse cantado tivesses cantado tivesse cantado tivéssemos cantado tivésseis cantado tivessem cantado | tivesse vendido tivesses vendido tivesse vendido tivéssemos vendido tivésseis vendido tivessem vendido | tivesse partido tivesses partido tivesse partido tivéssemos partido tivésseis partido tivessem partido |
| 3) FUTURO COMPOSTO. Formado do FUTURO SIMPLES DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| tiver cantado tiveres cantado tiver cantado tivermos cantado tiverdes cantado tiverem cantado | tiver vendido tiveres vendido tiver vendido tivermos vendido tiverdes vendido tiverem vendido | tiver partido tiveres partido tiver partido tivermos partido tiverdes partido tiverem partido |
| FORMAS NOMINAIS | ||
| 1) INFINITIVO IMPESSOAL COMPOSTO (PRETÉRITO IMPESSOAL). Formado do INFINITIVO IMPESSOAL do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| ter cantado | ter vendido | ter partido |
| 2) INFINITIVO PESSOAL COMPOSTO (OU PRETÉRITO PESSOAL). Formado do INFINITIVO PESSOAL do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| ter cantado teres cantado ter cantado termos cantado terdes cantado terem cantado | ter vendido teres vendido ter vendido termos vendido terdes vendido terem vendido | ter partido teres partido ter partido termos partido terdes partido terem partido |
| 3) GERÚNDIO COMPOSTO (PRETÉRITO). Formado do GERÚNDIO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal: | ||
| tendo cantado | tendo vendido | tendo partido |
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