sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Palavras Mágicas

A fim de Preposições e locuções prepositivas


Nunca Advérbio

Ainda Advérbio


Onde Pronomes Relativos / Interrogativos

Alguém Pronomes Indefinidos


Oxalá


Algum Pronomes Indefinidos


Para Preposições e locuções prepositivas
Subordinada
Alguma Pronomes Indefinidos


Por Preposições e locuções prepositivas

Algumas Pronomes Indefinidos


Porque Interrogativos

Alguns Pronomes Indefinidos


Pouco Advérbio

Antes de Preposições e locuções prepositivas


Quais Pronomes Relativos / Interrogativos

Apenas Advérbio


Quaisquer Pronomes Indefinidos

Apesar de Preposições e locuções prepositivas


Qual Pronomes Relativos / Interrogativos

Até Preposições e locuções prepositivas


Qualquer Pronomes Indefinidos

Como Advérbio
Interrogativos
Quando Advérbio
Interrogativos
De Preposições e locuções prepositivas


Quase Advérbio

Depois de Preposições e locuções prepositivas


Que Pronomes Relativos / Interrogativos
Subordinada
Em Preposições e locuções prepositivas


Quem Pronomes Relativos / Interrogativos

Em vez de Preposições e locuções prepositivas


Se Pronomes Indefinidos

Advérbio


Sem Preposições e locuções prepositivas

Jamais



Sempre Advérbio

Logo Advérbio


Advérbio

Mais Advérbio


Talvez Advérbio

Menos Advérbio


Também Advérbio

Nada Pronomes Indefinidos


Tanto Advérbio

Não Advérbio


Toda Pronomes Indefinidos

Nenhum Pronomes Indefinidos


Todas Pronomes Indefinidos

Nenhuma Pronomes Indefinidos


Todo Pronomes Indefinidos

Nenhumas Pronomes Indefinidos


Todos Pronomes Indefinidos

Nenhuns Pronomes Indefinidos


Tudo Pronomes Indefinidos

Ninguém Pronomes Indefinidos






Português para estrangeiros:
Gramática básica para alunos que já falem e escrevam a nossa língua

Olham para este link.-             Gramática Básica 

 

sábado, 27 de outubro de 2012

A quimica das coisas


                                                http://www.aquimicadascoisas.org/

domingo, 22 de julho de 2012

Quinta da Regaleira


Quinta da Regaleira -  Sintra 

http://algarve-saibamais.blogspot.com.es/2010/06/quinta-da-regaleira-sintra.html  
Obrigado pelo vosso artigo.


A Quinta da Regaleira é um local muito especial, lindo e envolvente. O ano passado fui com a minha família visitar e adoramos. É simplesmente, um espaço de sonho e fantasia com lagos, criptas, natureza, palácio, misticismo, religião, maçonaria, arte, enfim uma visita a não perder.


Situada em pleno Centro Histórico de Sintra, classificado Património Mundial pela UNESCO, a Quinta da Regaleira é um lugar fascinante.


As suas origens remontam ao início do século XVII. A documentação histórica relativa à Quinta da Regaleira é escassa para os tempos anteriores à sua compra por Carvalho Monteiro.


Sabe-se todavia que, em 1697, José Leite adquiriu uma vasta propriedade no termo da vila de Sintra que corresponderia, aproximadamente, ao terreno que hoje integra a dita Quinta - a esta data parecem remontar, pois, as origens da quinta em questão.


Francisco Alberto Guimarães de Castro comprou a propriedade - conhecida como Quinta da Torre ou do Castro - em 1715, em hasta pública e, após as licenças necessárias, canalizou a água da serra a fim de alimentar uma fonte ai existente.


Em 1800, a quinta é cedida a João António Lopes Fernandes estando logo, em 1830, na posse de Manuel Bernardo, data em que tomou a designação que actualmente possui. Em 1840, a Quinta da Regaleira foi adquirida pela filha de uma grande negociante do Porto, Allen, que mais tarde foi agraciada com o título de Baronesa da Regaleira. Data provavelmente deste período a construção de uma casa de campo que é visível em algumas representações iconográficas de finais do século XIX.


A história da quinta da Regaleira actual principia, todavia, em 1892, ano em que os barões da Regaleira vendem a propriedade ao Dr. António Augusto Carvalho Monteiro (o Monteiro dos Milhões). Carvalho Monteiro, com a ajuda do arquitecto-cenógrafo italiano Luigi Manini, faz dela, no princípio do século XX, um reflexo do seu sentido de patriotismo, edificando um palacete em estilo neo-manuelino.


A imaginação destas duas personalidades invulgares concebeu, por um lado, o somatório revivalista das mais variadas correntes artísticas - com particular destaque para o gótico, o manuelino e a renascença - e, por outro, a glorificação da história nacional influenciada pelas tradições míticas e esotéricas. Envolvido por uma vegetação luxuriante, o palácio da regaleira é uma descoberta fascinante.


É um dos mais marcantes exemplos de arquitectura revivalista no país, privilegiando o neomanuelino e com influências camonianas. É célebre por em muitos dos seus elementos arquitectónicos, ter sinais de ritos e concepções maçónicas.


Logo no começo da visita percorremos o Patamar dos Deuses, terraço onde estátuas de vários seres divinos estão alinhadas ao longo do caminho. Aqui encontramos doze figuras da mitologia greco-romana que devem ser interpretadas como as doze Hierarquias Criadoras, representadas nos signos do Zodíaco assim como a estátua de um leão (que data já da época em que a Quinta era pertença da Baronesa da Regaleira), que é uma representação do sol que equivale na Alquimia ao Ouro.


Próxima paragem obrigatória a Capela da Santissima Trindade, nela estão representados Santa Teresa d'Ávila e Santo António. No meio, a encimar a entrada está representado o Mistério da Anunciação - o anjo Gabriel desce à terra para dizer a Maria que ela vai ter um filho do Senhor - e Deus Pai entronizado. Na Capela econtra-se a imagem do Delta-radiante (ou Delta-Teúrgico), com o olho de Deus sobreposto à cruz templária, emblema maçónico do Grande Olho Arquitecto do Universo.


Um pouco mais à frente encontramos a Gruta de Leda. Esta tem no seu interior uma escultura simbolicamente enigmática, a figura de uma dama segurando uma pomba e acompanhada de um cisne (que parece estar a mordê-la). Trata-se da representação de uma mortal por quem Zeus se apaixona, e na impossibilidade de existir uma relação entre ambos, este assume a forma de um belo cisne para assim se aproximar da sedutora mulher.


Um dos locais mais emblemátiocs da quinta é sem sombra de dúvida o Poço Iniciático, invocando a aventura dos Cavaleiros Templários, ou os ideais dos mestres da Maçonaria. Trata-se de uma galeria subterrânea em espiral, de 27 metros, por onde se descem nove patamares até às profundezas da terra. Este é o caminho por onde se desce à terra, ou num percurso contrário, se sobe ao céu, consoante a natureza do percurso iniciático escolhido. Os nove patamares lembram os nove círculos do Inferno, as nove secções do Purgatório e os nove céus do Paraíso, segundo a Divina Comédia de Dante. A principal ideia por detrás deste poço é a de morrer e voltar a nascer num rito de iniciação ligado à terra, uma vez que esta é o útero materno de onde provem a vida, mas também a sepultura para onde voltará.


No fundo poço iniciático, com os pés assentes numa estrela de oito pontas, o símbolo heráldico de Carvalho Monteiro e símbolo da harmonia e também da Cavalaria Espiritual na Maçonaria escocesa, é como se estivéssemos imersos no ventre da Terra-Mãe.


Somos depois conduzidos através das trevas das grutas labirínticas,


até ganharmos a luz, reflectida em lagos surpreendentes, no meio dos jardins.


A vida surge bela e plena de vitalidade.


Depois de sair do labirinto encontra-se a Torre que se assemelha a um observatório astronómico, o que não deixa de ser interessante por se contrapor ao mundo subterrâneo (visto que uma das saídas do Poço Iniciático nos leva à torre). Foi, não esta mas uma semelhante que deu inicialmente o nome à Quinta.



É extremamente revigorante fazer um passeio pelos seus encantadores e exóticos jardins.
Cada recanto do jardim foi projectado com extrema minúcia, embora muitas vezes não o pareça.


O visitante começa por ver canteiros de flores variadas, plantados de forma regular e sistemática, mas, à medida que avança no jardim, ele vai tomando formas diferentes; a vegetação vai ficando mais densa, adquire uma forma selvagem e confunde-se com a Natureza no seu estado original, o que demonstra a sua inspiração romântica.


E finalmente uma visita ao Palácio dos Milhões, verdadeira mansão filosofal de inspiração alquímica. É o edifício principal da quinta e é marcado pela presença de uma torre octogonal, um cruzamento de arquitectura manuelina, renascentista, gótica e romântica, sendo de uma beleza extraordinária, e de um simbolismo incrível.


Fica aqui uma visita virtual por este famoso espaço esotérico de Portugal, comentada pelo ex-Grão Mestre da Maçonaria Regular, José Manuel Anes.




A Quinta da Regaleira é um lugar de mistério, com alma própria, ela encerra muitos segredos, pois está repleta de símbolos mitológicos e esotéricos, estátuas de deuses, poços iniciáticos, jardins, grutas e todo um mundo aberto a múltiplas descobertas e interpretações. É uma viagem no tempo incrível.

Vá visitar, Vale a pena!

Fontes: "www.visitportugal.com"; "www.cm-sintra.pt"; "www.maconaria.net"; "www.regaleira.pt"; "wikipedia"; outros e visita local.
Fotos: Olhares, Net geral e pessoais.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Uso dos verbos


HABITUALMENTE... ONTEM... ANTIGAMENTE... ULTIMAMENTE... É MELHOR...
Dás Deste Davas Tens dado Dares
Ponho Pus Punha Tenho posto Pôr
Trazemos Trouxemos Trazíamos Temos trazido Trazermos
És Foste Eras Tens sido Seres
Podem Puderam Podiam Têm podido Poderem
Queremos Quisemos Queríamos Temos querido Querermos
Viu Via Tem visto Ver
Venho Vim Vinha Tenho vindo Vir
Vão Foram Iam Têm ido Irem
Fazem Fizeram Faziam Têm feito Fazerem
Dizes Disseste Dizias Tens dito Dizeres
Sei Soube Sabia Tenho sabido Saber
Temos Tivemos Tínhamos Temos tido Termos
Escrevo Escrevi Escrevia Tenho escrito Escrever
Pede Pediu Pedia Tem pedido Pedir
Visto Vesti Vestia Tenho vestido Vestir

sábado, 21 de abril de 2012


Fatias Douradas

Ingredientes: 1 pão que dê boas fatias; óleo para fritar; leite q.b.; ovos; canela; açúcar; 1 casca de limão; 1 pau de canela.
Confecção: Fatie o pão, com a espessura de cerca de 1 cm. Ponha uma frigideira ao lume e leve o óleo à fervura. Encharque o pão no leite (amorne o leite com a casca de limão e o pau de canela) e depois nos ovos batidos e leve a fritar. Depois de fritas as fatias passe por uma mistura de açúcar e canela.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

PODCASTS da TSF

Dá um golpe de olhos a isto.:
  
http://www.tsf.pt/podcast/


São os PODCASTS da Tsf.pt ,podes ouvi-los diretamente ou descarregá-los para ouvires quando desejares.
Há muitos temas diferentes ,boas (as audições ) para costumar os nosos ouvidos não achas ?

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Colocação dos Pronomes Átonos junto do Verbo

São pronomes átonos: me, te, se o(s), a(s), lhe(s), nos e vos.

Em Portugal, verificam-se três poddibilidades na colocação destes pronomes:
  • Após o verbo (ênclise): Vende-me o teu carro.
  • Antes do verbo (próclise): Alguém te chamou.
  • No meio do verbo (mesóclise), apenas com as formas do futuro de presente e futuro perfeito do modo indicativo: Ver-nos-emos no verão. Ouvir-se-iam uns aos outros?

Ènclise.-
1. É a regra geral, sobretudo na frases simples (ou na oração principal) afirmativa:
Falaste-lhe do filme?
Eu vou buscá-lo amanhã.

2. É obrigatório com o infinitivo regido da preposição a:
Começuo a contar-nos a sua história.
Não fiquei a ouvi-lo mais.

Observações:
1. Quando os pronomes são enclitícos, ligam-se ao verbo por hifen.
2.Nestas circustâncias, quer o verbo quer os pronomes o, a, os, as sofrem algumas alterações (ver en conjugação pronominal e em conjugação reflexiva.

Próclise.-
1. Nas frases (ou orações) negativas:
Não lhe mostrou o rosto.
Ninguém o viu por aquí ?.
Baixei a voz, para não me ouvirem.

2. Nas frases (ou orações) interrogarivas, iniciadas por pronomes ou advérbios interrogativos:
Quem nos chanou?
Como lhes dão as regras?
Por que as fizeram assim?

3. Se o verbo vem precedido de certos advérbios (ainda, já, bem, talvez, sempre, só, etc...):
Ainda lhes disse adeus.
Sempre as admirei muito.
Só se veem deste lado.

4. Nas frases (ou orações) que exprimem desejo:
Oxalá vos chamem!
Deus te perdoe, que eu não posso!

5. Nas orações subordas:
Não lhes falou, embora as conhecesse.
Se te convidarem, vai.

6. Quando o sujeito do verbo é um pronome indefinido (alguém, qualquer, tudo, todos, etc …) ou o numeral ambos:
Alguém me indicará o caminho.
Ambos lhe deram os parabéns.
7. Nas orações) Alternativas:
Ou a avisamos ou ella se esquece.
8. con o gerúndio atecedido da preposição em:
Em o lendo, empresto-to!


Mesóclise.-
Como acima se observou, a mesóclise só acontece quando o verbo está no futuro do presente ou de pretérito (modo indicativo), O pronome é colocado no interior da forma verbal, entre o infinitivo e as formas contraídas do verbo haver, que lhes deram origem.
É de uso, regra geral, na frase simples (ou oração principal) afirmativa:
Avisar-nos-emos, chegado o momento.

Observação: Também se usa a próclise, sobretudo se o verbo é precedido, enfaticamente, por um pronome pessoal sujeito:
Nós vos avisaremos, chegado o momento.

No Brasil, sobretudo na linguagem coloquial, é mais comun a próclise:
  1. Mesmo a iniciar frases, especialmente com o pronome me:
    Me dê a sacola; eu ajudo você.
  2. Nas frases simples, e nas orações principais e coordenadas:
    Eu o espero aquí, sim. Senhor.
  3. Junto ao verbo principal, nas locuções verbais:
    Por que você veio me buscar?

terça-feira, 10 de abril de 2012

Verbos:
Formação dos tempos compostos
Com os verbos ter ou haver



Tempos compostos da voz ativa merecem realce particular aqueles que são constituídos de formas do verbo ter (ou, mais raramente, haver) com o particípio do verbo que se quer conjugar, porque é costume incluí-los nos próprios paradigmas de conjugação:



MODO INDICATIVO
1) PRETÉRITO PERFEITO COMPOSTO. Formado do PRESENTE DO INDICATIVO do verbo ter com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tenho cantado
tens cantado
tem cantado
temos cantado
tendes cantado
têm cantado
tenho vendido
tens vendido
tem vendido
temos vendido
tendes vendido
têm vendido
tenho partido
tens partido
tem partido
temos partido
tendes partido
têm partido
2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO COMPOSTO. Formado do IMPERFEITO DO INDICATIVO do verbo ter. (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tinha cantado
tinhas cantado
tinha cantado
tínhamos cantado
tínheis cantado
tinham cantado
tinha vendido
tinhas vendido
tinha vendido
tínhamos vendido
tínheis vendido
tinham vendido
tinha partido
tinhas .partido
tinha partido
tínhamos partido
tínheis partido
tinham partido
3) FUTURO DO PRESENTE COMPOSTO. Formado do FUTURO DO PRESENTE SIMPLES do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
terei cantado
terás cantado
terá cantado
teremos cantado
tereis cantado
terão cantado
terei vendido
terás vendido
terá vendido
teremos vendido
tereis vendido
terão vendido
terei partido
terás, partido
terá partido
teremos partido
tereis , partido
terão partido
4) FUTURO DO PRETÉRITO COMPOSTO. Formado do FUTURO DO PRETÉRITO SIMPLES do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
teria cantado
terias cantado
teria cantado
teríamos cantado
teríeis cantado
teriam cantado
teria vendido
terias vendido
teria vendido
teríamos vendido
teríeis vendido
teriam vendido
teria partido
terias partido
teria partido
teríamos partido
teríeis partido
teriam partido
























MODO SUBJUNTIVO
1) PRETÉRITO PERFEITO. Formado do PRESENTE DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tenha cantado
tenhas cantado
tenha cantado
tenhamos cantado
tenhais cantado
tenham cantado
tenha vendido
tenhas vendido
tenha vendido
tenhamos vendido
tenhais vendido
vendido
tenha
tenhas partido
tenha partido
tenhamos partido
tenhais partido
tenham partido
2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO. Formado do IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tivesse cantado
tivesses cantado
tivesse cantado
tivéssemos cantado
tivésseis cantado
tivessem cantado
tivesse vendido
tivesses vendido
tivesse vendido
tivéssemos vendido
tivésseis vendido
tivessem vendido
tivesse partido
tivesses partido
tivesse partido
tivéssemos partido
tivésseis partido
tivessem partido
3) FUTURO COMPOSTO. Formado do FUTURO SIMPLES DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tiver cantado
tiveres cantado
tiver cantado
tivermos cantado
tiverdes cantado
tiverem cantado
tiver vendido
tiveres vendido
tiver vendido
tivermos vendido
tiverdes vendido
tiverem vendido
tiver partido
tiveres partido
tiver partido
tivermos partido
tiverdes partido
tiverem partido



FORMAS NOMINAIS
1) INFINITIVO IMPESSOAL COMPOSTO (PRETÉRITO IMPESSOAL). Formado do INFINITIVO IMPESSOAL do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
ter cantado ter vendido ter partido
2) INFINITIVO PESSOAL COMPOSTO (OU PRETÉRITO PESSOAL). Formado do INFINITIVO PESSOAL do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
ter cantado
teres cantado
ter cantado
termos cantado
terdes cantado
terem cantado
ter vendido
teres vendido
ter vendido
termos vendido
terdes vendido
terem vendido
ter partido
teres partido
ter partido
termos partido
terdes partido
terem partido
3) GERÚNDIO COMPOSTO (PRETÉRITO). Formado do GERÚNDIO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tendo cantado tendo vendido tendo partido